
Com a carreira em ascensão internacional, Amaro Freitas tem sido reconhecido por veículos como The New York Times, Downbeat, The Guardian e Libération. Após turnês pelo Japão, Estados Unidos e Europa, o pianista, compositor e arranjador pernambucano se afirma como uma das vozes mais originais do jazz contemporâneo. Aos 32 anos, lançou quatro álbuns — Sangue Negro (2016), Rasif (2018), Sankofa (2021) e Y’Y (2024), este fruto de uma imersão na Amazônia e inspirado pela vivência com a comunidade Sateré-Mawé. O disco reflete uma profunda conexão espiritual com a floresta, incorporando sons da natureza e técnicas de piano preparado. No MIMO Olinda, Amaro estreia no festival a formação em septeto, que amplia a riqueza harmônica e rítmica de sua música. O grupo reúne músicos de destaque da cena instrumental brasileira e apresenta um concerto inédito, celebrando a fusão entre jazz, ritmos afro-brasileiros, improvisação e espiritualidade musical. Laureado com o Prêmio MIMO Instrumental em 2016, Amaro retorna agora ao palco do festival com um projeto que traduz a potência coletiva de sua arte.
